quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Relacionamento

FORA DA SALA DE AULA

Alunos e professores admitem amizade no mundo virtual, o que significa possibilidade de networking, sociabilidade e oportunidade!

 Texto de Mariana Braga

A relação professor x aluno vem se tornando cada vez mais complexa. Deparamo-nos com situações onde docentes encontram bons parceiros nos alunos e estes, uma sincera amizade com quem antes era somente o transmissor da informação... O relacionamento fora das salas de aula acrescenta de forma positiva para o desenvolvimento social, além de contribuir com a dinâmica adotada no âmbito acadêmico.
Os sites de relacionamento têm cooperado bem para esta aproximação. Alunos têm a oportunidade de conhecer professores – e vice versa - em seus desejos, ansiedades, medos e decepções, pessoalizando assim, o que antes era formal. Esta é uma das maneiras mais eficazes de se relacionar hoje em dia, uma vez que as transformações acontecem rápidas e é necessário acompanhá-las. Isso e possível através destas redes sociais.
            A proposta, o incentivo, o carinho e o apoio dos professores para com os alunos fora de sala se faz de grande importância para o desenvolvimento pessoal e profissional dos acadêmicos!

Fashion Green


Na quarta-feira, último dia 24, no estande 72 do Circuito Acadêmico do UNIBH, expôs e apresentou o grupo Fashion Green. O que é o Fashion Green? É um desfile sustentável que aborda os três pilares fundamentais da sustentabilidade: ambiental, econômico e social.
O desfile aconteceu no auditório do teatro Ney Sares dia 16 de novembro.  A principal proposta divulgada foi ““Desfile sustentável: economicamente viável, socialmente justo e ambientalmente correto”.

Por: Carina Lima

Ecologia Urbana

A agricultura e o desafio da sustentabilidade


Postado por Mariana Braga   


          Ainda, é possível que a velocidade das mudanças globais tornem obsoletos os métodos convencionais de inovação agropecuária, como o melhoramento genético, o controle químico de pragas, etc, que tem sido, até aqui, os principais instrumentos de adaptação dos organismos utilizados na agropecuária. Nesse caso, novos métodos de adaptação terão que ser desenvolvidos.            

          A busca e o domínio de funções biológicas que tenham impacto positivo em processos como regulação da composição química da atmosfera, regulação do clima, absorção e reciclagem de resíduos, suprimento de água, ciclo de nutrientes, polinização e controle biológico, entre outros, será mais intensa à medida que crescerem os impactos das atividades do homem sobre o meio físico, com a conseqüente redução na disponibilidade de recursos naturais. 

          Neste cenário, espera-se que a combinação de estratégias da biotecnologia moderna com as estratégias tradicionais de inovação tecnológica para a agricultura, como o melhoramento genético, o controle biológico e outras, torne-se o caminho para a descoberta e a incorporação de soluções biológicas viabilizadoras de uma agricultura mais sustentável.

TV Sustentável

Construção de adobe é alternativa sustentável para alvenaria

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Um grupo de pessoas construiu uma instalação de adobe na Chapada dos Veadeiros, em Goiás/Foto: Divulgação
O adobe é uma mistura rudimentar para construção de casas feita de terra, água e palha (ou fibras naturais). Utilizado na alvenaria desde a pré-história, ele já foi até citado na Bíblia, no livro do Êxodo, e desde então é uma das formas mais sustentáveis de se erguer uma casa, pois não emite gases causadores do efeito estufa, como os tijolos cozidos e blocos cerâmicos.
A terra crua leva a vantagem de não consumir energia na sua produção e ser de baixo custo. Além disso, ela possui bom isolamento térmico e acústico, é resistente a desastres naturais e ao fogo.
Usos no Brasil
No Brasil a construção de adobe é comum em regiões de seca no nordeste, onde a população é mais pobre e não tem condições de comprar materiais de construção. Mas nem por isso ela é menos indicada, dizem alguns especialistas, já que o barro utilizado oferece as mesmas condições de qualidade e aparência que o uso de tijolos e blocos.
Confira um vídeo feito na Chapada dos Veadeiros, em Goiás, em que um grupo de pessoas constrói uma instalação feita de adobe, madeira e fibras sintéticas. A direção é de João Amorim e a gravação foi publicada inicialmente em um perfil do Vimeo.

POR: GABRIEL BARRAL

Têxtil

Empresa Sustentável  do setor têxtil cria sistema de tingimento menos poluente

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Método não exige adaptação de maquinário, apenas a compra do processo de tingimento da Golden/Foto: Divulgação
O processo tradicional de pigmentação de tecidos obriga o setor industrial a tingir as colorações desejadas em máquinas diferentes, problema que resulta no aumento do consumo de água, produtos químicos e sal, além de poluir os rios.
Para resolver este problema e alavancar os negócios, a empresa brasileira Golden Tecnologia, especializada na área têxtil, lançou uma tecnologia chamada batizada deDye Clean, que promete reduzir em 80% o consumo de água, em 50% o de produtos químicos e auxiliares, e em 80% o de sal (para cada mil litros de água é preciso adicionar 800 quilos de sal em qualquer processo de tingimento). A dessalinização da água que é descartada é obrigatória nos países europeus, medida que o Brasil deixa de seguir.
As tinturarias estão interessadas na nova tecnologia porque poderão reutilizar a mesma água para tingir em diferentes cores. "O processo Dye Clean permite que em um mesmo banho de tingimento possam ser tingidas diversas cores sem a necessidade de descartar o banho, sendo um processo ambientalmente amigável e que custa em média 30% a menos que as tecnologias convencionais", destacou ao EcoD Alessandro De Marchi, diretor comercial da Golden.
funcion�ios da golden ganham capacita��o na upcAo completar 20 anos no mercado têxtil, a empresa com sede em Potim (SP) espera ganhar em um ano 20% do mercado de tinturaria no país, além de clientes em boa parte do mundo, uma vez que empresários de Portugal, Espanha, Itália, Guatemala, El Salvador e Peru já entraram no catálogo da Golden. A receita estimada para o novo negócio em 2011 é de US$ 18 milhões (o equivalente a R$ 30,5 milhões) - o faturamento total da companhia em 2010 deve ser de US$ 35 milhões.
Método dispensa adaptação de maquinário
Atualmente, a tecnologia desenvolvida em parceria com a Universidade Politécnica da Catalunha (UPC), na Espanha, por meio do professor Josep Valldeperas Morell está em processo de registro de patente no Brasil, Europa e Estados Unidos. A Golden tem o direito de comercialização do produto, enquanto a instituição de ensino ficará com a propriedade intelectual.
Na opinião de Régis Nieto, gerente do setor de avaliação de sistemas e saneamento da Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental), o novo processo significa um avanço. "O grande problema do tingimento são os corantes que podem chegar aos afluentes ainda com pigmentação, causando um grande problema ao meio ambiente", observou ao jornal Brasil Econômico o representante do órgão ligado ao governo de São Paulo.
Outra vantagem da tecnologia Dye Clean é que ela dispensa a adaptação de maquinário, basta comprar o processo de tingimento da Golden. Como a inovação ainda está em processo de patente, cada cliente é obrigado a assinar um contrato de sigilo, no qual se compromete a protegê-la de possíveis cópias.
O mercado têxtil consome 500 toneladas de corantes mensais. A Golden espera ser responsável pela venda de 100 toneladas a cada mês nos próximos anos. O preço médio dos produtos químicos e auxiliares para o processo é de US$ 15 por quilo. “Sabemos que a meta é arrojada, mas não vejo outro caminho para o avanço da indústria têxtil. As questões ambientais estão no centro das atenções, e nós saímos na frente com um produto que, além de economizar água, não polui”, ressaltou o dono da empresa, Lourival Flor.
Segundo Alessandro De Marchi, a Golden participa do projeto Atuação Responsável, desenvolvido junto a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim). Ele adiantou ao EcoD que um dos objetivos estratégicos da empresa é renovar todo o portfólio de produtos auxiliares com matérias-primas sustentáveis. "Também temos um projeto voltado para os corantes naturais, no qual estamos trabalhando há cerca de dois anos", concluiu.
Com informações do Brasil Econômico

POR: GABRIEL BARRAL

GE

        GE promove a sustentabilidade com a campanha 
Tag Your Green, no Flickr e Youtube
                                   
                                     

Utilizar a internet para envolver, compartilhar boas ideias e conectar os usuários de forma a estimular as pessoas a pensarem e agirem em prol da sustentabilidade. Esse é o objetivo do projeto Tag Your Green, promovido pela General Electric (GE), e que utiliza ferramentas como o YouTube e o Flickr para espalhar fotos, vídeos e ideias por um mundo melhor.
A campanha digital está baseada nas duas maiores plataformas de distribuição de imagens e vídeo da internet. E não é por menos. A meta é mobilizar milhares de pessoas do mundo todo para questões como acesso a água potável e geração de energia limpa.
No Flickr, o usuário pode compartilhar suas fotos e classifica-las em três temas: Água, Luz e Vento. Basta acessar o site do projeto, conectar-se à sua conta do Flickr, fazer o upload da foto e colocar a tag relacionada.
Para cada foto postada, a empresa se compromete a doar algo em troca. Para a imagem relacionada a recursos hídricos, serão cerca de 1.8 litros de água potável para a ONGCharity: Water, uma organização sem fins lucrativos que leva água potável a nações em desenvolvimento.
Já para as imagens ligadas ao vento, serão doadas 4.5 horas de kW gerados por turbinas eólicas a uma instituição chamada Practical Action, que ajuda comunidades desfavorecidas a utilizar tecnologia de forma a melhorar a sua qualidade de vida.
Por fim, as fotos cujo tema for “Luz” serão responsáveis pela doação de 175 horas de energia solar cada para o projeto d.Light Lighting Oecusse, que leva eletricidade a quem não tem acesso.
Ao final do projeto, que termina em dezembro de 2010, a GE pretende ter doado 45 mil kW de energia eólica para centros de saúde no interior do Peru, um milhão e 800 mil litros de água potável para populações de países em desenvolvimento e 1,7 milhões de horas de energia solar para famílias pobres do Timor Leste.
Vídeos do bem
Já no Youtube, a empresa convocou 15 grandes celebridades do mundo virtual, que fizeram vídeos pedindo aos seus fãs que lhe enviassem sugestões de atitudes sustentáveis e espalhassem a idéia pela rede.
Durante todo o mês de outubro, as pessoas puderam enviar seus comentários e ideias de como transformar o mundo. As melhores propostas viraram vídeos, feitos pelos astros do YouTube e postados em seus respectivos canais.
Os interessados ainda podem visitar as páginas e conferir os vídeos. A intenção da GM é atingir uma meta de 10 milhões de visualizações e, com isso, beneficiar a Charity: Water.
Confira o vídeo do projeto:
Tags: Água , Energia , Eventos Sustentáveis , Responsabilidade Social , Voluntariado

POR: GABRIEL BARRAL