quinta-feira, 30 de setembro de 2010

E você?

Você apaga a luz antes de sair do aposento? Recicla o lixo de sua casa? Usa menos o carro?


Planeta Sustentável - O Movimento


O Planeta Sustentável é o primeiro projeto liderado por uma grande empresa de comunicação a debater, informar e produzir conhecimento sobre Sustentabilidade de maneira sistemática para os mais diversos públicos. Com o apoio das empresas parceiras CPFL Energia, Bunge, SABESP, Petrobras, Grupo Camargo Corrêa e CAIXA, este movimento lançado pela Editora Abril combina um detalhado planejamento anual à realização de novas ações para atender esta missão: disseminar informação e referências sobre sustentabilidade.

Se há algo que aprendemos quando começamos a atuar na área da sustentabilidade é que os resultados às vezes demoram e podem não ser o que esperávamos, mas sempre, com certeza, trarão um grande aprendizado.
Algo importante que aprendi com a experiência é que se realiza muito mais quando os projetos de sustentabilidade estão alinhados à missão e ao negócio da empresa. Esta talvez seja a principal razão do sucesso do Planeta Sustentável.

Participam do Planeta Sustentável 38 publicações. Em três anos de movimento, completos em junho de 2010, foram mais de 3 mil páginas publicadas pela Abril. Todas essas reportagens e mais 4 mil conteúdos exclusivos compõem o maior site dedicado ao tema no país. Para as crianças de 6 a 12 anos, o site Meu Planetinha apresenta reportagens, vídeos, pesquisas, testes e resenhas de livros e filmes.
Dicas de como incorporar a sustentabilidade ao cotidiano foram reunidas no Manual de Etiqueta para um Planeta Sustentável. As duas edições do guia somam 5,2 milhões de cópias distribuídas. Hoje já são 120 dicas, todas disponíveis no site. O Planeta Sustentável realiza também campanhas de conscientização em mais de 150 páginas duplas da Editora Abril. Para nos auxiliar na definição de temas abordados e outros planos de atuação, contamos com um Conselho Consultivo composto por 41 conselheiros de diversos setores, entre especialistas, jornalistas e executivos da Editora Abril e das empresas parceiras.

O evento Planeta no Parque, realizado no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, já faz parte do calendário da cidade. Milhares de pessoas participam de atividades como shows e oficinas que apresentam, de maneira divertida, práticas mais sustentáveis. E desde 2009 o Prêmio Planeta Casa, iniciativa pioneira da revista Casa Claudia, foi incorporado ao calendário do movimento com a missão de valorizar soluções, empresas e profissionais das áreas de arquitetura, construção e decoração engajados em conciliar conforto e bem-estar com total respeito ao planeta.

Três anos de movimento. Resultados? Falamos com mais de 15 milhões de pessoas por ano. Essa é nossa audiência em revistas, sites, eventos e redes sociais. Para acompanhá-las, realizamos a pesquisa “Performance Planeta Sustentável” (Studio Ideas) em 2008 e 2009: 77% dos leitores das revistas e 81% dos internautas mudaram suas atitudes após conhecerem o Planeta Sustentável. E, comparativamente, há um crescimento na adoção de boas práticas em toda a audiência. “Você apaga a luz antes de sair do aposento onde está?”: em 2008, 64% responderam que sim; em 2009, 82%. “Você recicla o lixo de sua casa?”: em 2008, 27% reciclavam; em 2009, esse número dobrou: 62%. “Você usa menos o carro?”: em 2008, 17% disseram sim; em 2009, foram 32%.

Estamos no caminho do futuro. Há muito por fazer agora. Nosso papel em produzir conhecimento por um mundo melhor continua. Por um Planeta Sustentável.





Saiba mais: http://planetasustentavel.abril.com.br/





Postado por Lívia Barros

Sustentabilidade é...

 A ESCOLHA nossa de cada dia...


A sustentabilidade só será construída com pequenas decisões tomadas diariamente por todos os cidadãos: desde o mais rico até o mais pobre, desde o mais até o menos instruído, desde o mais velho até as crianças. A dona-de-casa, o estudante, o caixa do banco, a recepcionista da loja, o funcionário de uma fábrica, o homem de negócios, o aposentado e até aquela menina que gosta de se balançar na gangorra da praça, todos eles irão decidir se viveremos em um mundo sustentável ou não.

A definição de sustentabilidade contém duas vezes a expressão "responder às necessidades". E quais são nossas necessidades? Necessitamos casa para viver, cama para dormir, água para beber, alimentos para comer, roupas para vestir, sapatos para calçar, transporte para nos locomovermos, remédios para nos curar e mais um grande número de coisas.

Na medida em que suprimos nossas necessidades, vamos consumindo os recursos disponíveis na natureza. Portanto, está nas mãos dos consumidores o poder de definir as suas necessidades, de decidir consumir apenas o que realmente necessitam e, com isso, controlar o quanto gastamos de recursos da natureza. Se gastamos mais do que a natureza consegue repor, geramos uma série de problemas. Se gastamos menos, permitimos que nossos filhos e netos também possam atender às suas necessidades.

Isso tudo é verdade, mas agora já sabemos que o consumo de 1,7 bilhões de pessoas no mundo - aqueles que podem ser considerados "consumidores" - é muito maior do que as suas reais necessidades e, com isso, chegou-se a um ponto no qual estamos comprometendo nossas próprias vidas. Hoje, consumimos 25% a mais do que a Terra consegue renovar. E se toda a humanidade vier a consumir como os habitantes mais ricos do mundo, será preciso 4 planetas iguais ao nosso para suprir todo esse consumo!

E é o homem comum, em seus gestos cotidianos de consumo, ao fechar a torneira, ao apagar a luz, ao escolher com cuidado seu novo aparelho eletrônico, ao escolher comer mais vegetais e menos carne, ao privilegiar uma empresa socialmente responsável, ao usar mais transporte coletivo e menos individual, quem irá mudar a trajetória da nossa história. Serão os pequenos gestos de consumo, praticados por todos, que poderão fazer a revolução em direção à sustentabilidade.

O Akatu está convencido de que, na medida em que as pessoas tiverem consciência do tamanho do impacto de seus atos de consumo e do alcance das suas decisões individuais de consumo, elas mesmas optarão por um modo de vida e de consumo menos agressivo à natureza e mais positivo para a sociedade. E, com isso, construirão, espontaneamente, a sustentabilidade da vida no planeta para seu próprio proveito e das próximas gerações.

 

 

VOCÊ, já fez a sua parte hoje?




* Hélio Mattar é diretor-presidente do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente - www.akatu.org.br

 

Postado por Lívia Barros

Nestlé

 Empresa começa a fazer barulho de ações sustentáveis


 
Série Galera Animal promove personagens que defendem o meio ambiente.


Além de ser, tem que parecer. Então, empresa que desenvolve ações sustentáveis tem que fazer propaganda disso. Mas, para não gerar desconfiança no consumidor, a regra do jogo é primeiro desenvolver projetos consistentes e depois comunicar. É o que a Nestlé está fazendo no Brasil. Há pelo menos 10 anos a empresa desenvolve programas como o Nutrir, que combate a desnutrição e a obesidade por meio da educação para crianças e jovens em comunidades de baixa renda de todo o país.

O foco tem sido também programas que defendam o meio ambiente e sintonizem a marca com esta causa. Para isso, a Nestlé aposta num projeto inovador, chamado Galera Animal. O programa voltado para a família, mas que fala diretamente com as crianças, é exibido nos intervalos da novela das oito, tem reprise na TV Globinho e conta a história de nove filhotes que defendem o meio ambiente e a sustentabilidade. É a primeira vez que uma marca coloca uma série animada em 3D dentro da programação da TV Globo.

Nestlé começa a fazer barulho com suas ações sustentáveisDurante a primeira fase, não se falou em Nestlé. Agora o cenário é diferente. Os filhotes da Galera Animal viraram pelúcias em uma promoção que tem a marca da empresa. Milhões de bichinhos estão à espera dos consumidores. Eles poderão trocar comprando R$ 27,00 em produtos Nestlé mais R$ 27,00 que podem ser pagos em até quatro vezes sem juros no cartão. Haverá postos de trocas em supermercados, além de duas novidades. O consumidor poderá pagar numa casa lotérica ou pela internet e receber em casa em até três dias.

Inovar em plataformas conhecidas ou criar novas faz parte do plano de Marketing da Nestlé. E vai desde uma forma diferente de conscientização, promoção e mídia, como a Galera Animal, até o barco que vende produtos em cidades ribeirinhas da Amazônia, passando por SAC via SMS e altos investimentos em ações na internet. Sobre estes assuntos, Izael Sinem Junior, Diretor de Comunicações e Serviços de Marketing da Nestlé, comenta em entrevista ao Mundo do Marketing.


Quer ver a entrevista? Acesse o site: http://www.mundodomarketing.com.br/9,16030,nestle-comeca-a-fazer-barulho-de-acoes-sustentaveis.htm




Postado por Lívia Barros

"MARKETING"?

Qual o seu significado?


No dicionário: Mark: Marca, sinal, impressão. Market: Mercado; Comercializar. Marketing: Pesquisa de Mercado.


No site, http://www.wikipedia.org/ : Marketing é a parte do processo de produção e de troca que está relacionado com o fluxo de bens e serviços do produtor ao consumidor. É popularmente definida como a distribuição e venda de mercadorias. Marketing inclui as atividades de todos aqueles que se dedicam à transferência de mercadorias desde o produtor até ao consumidor.
Marketing tem muitas definições técnicas e até tentativas de tradução para o português como Mercadologia. (...)

No site, http://www.portaldomarketing.com.br : A Definição do termo Marketing nunca obteve uma explicação definitiva. É comum, ao iniciar um curso ou uma palestra, o professor soltar a clássica pergunta: O que é Marketing? No site citado acima, você verá 20 definições, entre e confira. (...)A verdade é que não existe uma definição correta. Cada autor descreve Marketing conforme o seu próprio entendimento. Dessa forma, transcrevem diversas definições de Marketing, de autores, empresas e instituições brasileiras e estrangeiras: Marketing é o conjunto de operações que envolvem a vida do produto, desde a planificação de sua produção até o momento em que é adquirido pelo consumidor (Dicionário Michaelis). Marketing é o estudo do mercado que visa a planejar possíveis lançamentos de produtos em um futuro próximo ou distante, e que leva em consideração as necessidades existentes ou possíveis, e as perspectivas de pesquisa e de adaptação da empresa. (...)



Comente!


E na sua opinião o que é Marketing? Faça a SUA definição.



Postado por Lívia Barros

MTS

Mostra Tecnologia de Sustentáveis


A Mostra de Tecnologia Sustentável é um evento tipo exposição cujas empresas mostram suas inovações, as inscrições  foram feitas no site http://www.ethos.org.br/mostra2010. Essas organizações mostraram novas metodologias, equipamentos, novos processos, técnicas e outros que buscam diminuir ou zerar os impactos na natureza.
Essa foi a segunda edição que é promovida pelo Instituto Ethos, cujo principal objetivo em realizar esse tipo de evento é trazer para toda a sociedade novas soluções economicamente eficazes e eficientes que tragam benefícios para o meio ambiente, não cabendo achar soluções definitivas e sim contribuir para o seu avanço. O evento foi realizado no Hotel Transamérica na cidade de São Paulo – SP,  de 11 a 14 de maio de 2010.

Carina Lima.

Feira

Marketing Sustentável


Em junho de 2009 pela primeira vez no Brasil, foi realizada a Feira e Seminário de Marketing Sustentável, promovido pela Unomarketing. Voltado para profissionais de marketing, publicidade e comunicação em geral, além de profissionais da área de responsabilidade social e ambiental, o evento definiu novas formas de atuação na área, baseados na ética da sustentabilidade.
Confira a matéria na íntegra no link.



Carina Lima.

SEDA

Evento interativo


A revista ELLE, juntamente com a SEDA na promoção "Moda da cabeça aos pés', organizou um evento pra lá de tecnológico e interativo.
Através de um recurso elaborado pela bymk,os participantes puderam criar seus looks e receber opniões de pessoas de vários lugares conectados a rede. Confira no link abaixo, mais informações.
http://www.ondasweb.com.br/radio/2010/03/04/revista-elle-e-seda-fazem-acao-de-moda-interativa-na-web-com-tecnologia-web-2-0-do-bymk/


Carina Lima.

Rapidinhas

Curiosidades

- As preocupações ambientais são um dos principais focos
da contemporaneidade. As mudanças climáticas, o efeito estufa,
o desmatamento e a possibilidade de extinção de várias espécies
são ameaças reais, caso não se faça algo para reverter esse quadro.

- Com o objetivo de conscientizar as pessoas sobre a importância
da biodiversidade para a manutenção da vida na Terra,
as Nações Unidas declararam 2010 o Ano Internacional da Biodiversidade.

- Segundo dados do relatório Planeta Vivo 2002, elaborado pela WWF
e lançado este ano em Genebra, o Brasil se destaca entre outros países
do mundo por abrigar a maior diversidade biológica do planeta.


- As terras brasileiras possuem de 15% a 20% de toda a diversidade
mundial. Porém, atualmente, usamos 25% mais recursos naturais
do que o planeta é capaz de fornecer.


Mariana

Varejo

O tema da sustentabilidade “ampliada” – que engloba questões ligadas a meio-ambiente, saúde, preocupação social e cidadania – entrou definitivamente na pauta estratégica do varejo. O assunto ganha espaço não só pela sensibilidade ao tema ou o ganho de imagem que a empresa e suas marcas podem auferir; principalmente porque faz sentido economicamente. Sustentabilidade bem praticada permite reduzir desperdícios e perdas, reduzir custos e gerar receitas adicionais; além disso, aproxima e engaja clientes, fornecedores e colaboradores. 

A McMillan Doolittle, empresa americana de consultoria e membro do grupo Ebeltoft, realiza há três anos uma pesquisa nos EUA com consumidores para medir o impacto da sustentabilidade no consumo e na relação com o varejo. Os dados de 2009 foram consistentes com os de 2008 e 2007: 60% dos entrevistados compraram pelo menos um produto com atributos de sustentabilidade ambiental; 68% dos consumidores consideram frequentemente ou ocasionalmente a compra de produtos verdes, porém 70% não aceitam pagar mais por isso. De outro lado, o percentual de consumidores que optou por lojas que tivessem produtos e operações mais amigáveis ao meio ambiente passou de 39% em 2008 para 45% em 2009. Ou seja, o tema está se tornando mais sensível e já começa a discriminar as escolhas. 

A Best Buy, principal varejista especializada em eletroeletrônicos e informática nos EUA, já possui há anos atuação voltada à sustentabilidade. Dentre suas frentes há o programa “a loja pega de volta” (“In store take back”), que transformou a empresa no maior coletor de lixo eletrônico do país com mais de 11.300 toneladas de produtos eletrônicos recolhidos. Televisores maiores que 32” são retirados gratuitamente se houver entrega de uma nova, ou mediante cobrança de US$ 100. Há uma taxa de US$ 10, convertida em gift card para compras na loja, o que gera tráfego e vendas adicionais. A empresa também audita as fábricas de seus fornecedores para assegurar que não haja exploração de trabalhadores e processos poluentes nos produtos que vende.

O grande nome da sustentabilidade no varejo é o Walmart. A causa permitiu o reposicionamento da marca, conciliou sua proposta de valor racional com elementos emocionais e reduziu drasticamente a rejeição à empresa. O pragmatismo e perseverança que o Walmart demonstra são lições para outras empresas de varejo. O programa do Walmart teve início em 2005 e foi estruturado a partir de três megametas (a visão): alcançar 100% de uso de energia renovável, zerar resíduos e vender produtos que ajudem pessoas e o ambiente. A execução se dá com o que é definido como “abordagem 360º”, porque envolve operações, fornecedores, consumidores e colaboradores. 

A colaboração com fornecedores vem gerando resultados tangíveis: por exemplo, 33% de redução no consumo de energia de TVs e 100% dos produtos disponíveis no sortimento das lojas certificados com o selo Energy Star. A empresa criou o Índice de Sustentabilidade, que analisa o ciclo de vida dos produtos para medir o impacto ambiental de matérias-primas, processo de fabricação, distribuição, consumo e descarte. O índice avalia questões como fontes renováveis, nível de poluição no processo de fabricação, consumo de energia e grau de reciclagem. Por meio de check-list padronizado de 15 questões, os fornecedores são avaliados e ranqueados em relação a sustentabilidade sócio-ambiental. 

A escala da operação do Walmart faz com que pequenas ações gerem grande impacto. Por exemplo, a empresa alcançou US$ 200 milhões em economia anual de combustível por aumento de eficiência na gestão de sua frota de veículos; até mesmo medidas banais, como desligar as luzes de vending machines de lojas podem gerar economias de US$ 1,4 milhão por ano. O aprendizado do Walmart está no foco, mensuração, análise de retorno de suas ações e envolvimento de toda a cadeia de valor na causa, que ajuda o planeta, melhora a imagem da marca e é contribui para os resultados da emrpesa. 

A britânica Marks & Spencer, tradicional rede de lojas de departamentos, lançou em 2007 um ambicioso programa, batizado como “Plano A” (Plan A). Ele se constitui em 100 compromissos a serem alcançados em prazo de 5 anos, integrando fornecedores e clientes para atenuar as mudanças climáticas, reduzir resíduos, usar matérias primas sustentáveis, comercializar produtos éticos e ajudar seus clientes a desenvolver estilos de vida mais saudáveis. O nome do programa foi feito para enfatizar que não há um “Plano B” e que a orientação é irreversível.

No Brasil as iniciativas progridem de maneira tímida, embrionária e frequentemente desestruturada. São exceções as empresas que encaram o assunto com planejamento, comprometimento e pragmatismo. Casos como o Grupo Pão de Açúcar, comprometido com a sustentabilidade antes que o termo existisse e o assunto virasse moda. Recentemente, após a abertura de uma loja piloto “verde” em Indaiatuba (interior de São Paulo), trouxe o conceito para a capital do estado. Mais importante que abrir lojas “verdes” é o aprendizado e multiplicação de soluções que reduzem o impacto ambiental de construção e operação das lojas, consequentemente reduzindo desperdícios e custos. 

A loja de Indaiatuba foi o primeiro supermerado da América Latina a receber a certificação internacional LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), que prevê normas construtivas e procedimentos que aumentam a eficiência no uso de recursos e diminuição do impacto sócio-ambiental no processo da edificação. A expectativa de economia possível é de 30% em energia, 35% em emissões de carbono, 30% a 50% de água e de até 90% no descarte de resíduos.

O principal cuidado deve ser com a consistência entre discurso, valores e prática. Nos EUA já se usa o termo “lavagem verde” (“green wash”), para designar empresas que enganam consumidores em relação a práticas ambientais e benefícios de um produto ou serviço. O efeito é contrário ao desejado e a sensibilidade dos consumidores não deve ser subestimada em ações oportunistas motivadas por modismo. 

Pode-se concluir que a implantação de programas de sustentabilidade no varejo pressupõe alguns elementos: ter metas e métricas claras e compartilhadas em todos os níveis da empresa e seus fornecedores; contar com o comprometimento da cúpula – o processo vem de cima; praticar o que se prega e ter consistência nas ações; avaliar impacto e retorno econômico das frentes de ação. Sustentabilidade caminha junto com lucratividade. Negócios sem rentabilidade não são sustentáveis. No futuro não haverá lojas “verdes”, pois todas elas serão. O aprendizado e disseminação de boas práticas tornarão as questões ambientais, trabalhistas e de relação com a comunidade commodiites entre as empresas de varejo. E o planeta agradecerá. 

* Alberto Serrentino é sócio sênior da GS&MD- Gouvêa de Souza, consultor, autor do livro Inovações no Varejo: Decifrando o Quebra-Cabeça do Consumidor e co-autor dos livros Multivarejo na Próxima Economia, Mercado & Consumo, Data & Varejo e Neoconsumidor.


Postado por Gabriel Barral

Triangulo

Instituto Triângulo -
Sustentabilidade na Pratica


 
Quem Somos 
O Instituto Triângulo é uma Organização de Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), certificada pelo Ministério da Justiça, desde março de 2004, que tem como objetivo mobilizar a população para a prática ecológica urbana. Para isso, são sugeridas ações com a finalidade de incorporar no cotidiano das pessoas a melhoria do meio ambiente urbano, a inclusão social e o consumo consciente, bases para o desenvolvimento sustentável.
O Instituto informa e mobiliza a população, oferecendo opções de atuação em prol de um ambiente mais equilibrado e também facilita o acesso à informação, levando suas ações a residências, empresas, escolas, eventos e locais públicos das cidades. As ações de Mobilização Ecológica Urbana (MEU) são criadas para estabelecer pequenas mudanças de atitude individual que somadas representam um grande impacto coletivo. Cada ação desenvolvida pode ser personalizada para determinado objetivo das instituições que procuram o instituto.
Além de transmitir informações de práticas sustentáveis, que contribuem para a melhoria das condições de vida nos centros urbanos, o trabalho do Instituto Triângulo também inclui a ação de coleta de materiais recicláveis ou reaproveitáveis, como óleo vegetal usado, pilhas, baterias, roupas e calçados. Esses materiais são encaminhados a sede do Instituto Triângulo, em Santo André (SP), onde recebem destinação adequada:
O óleo de cozinha usado passa por um processo de reciclagem na usina da ONG e é transformado em um produto ecoeficiente, o sabão ecológico. Esse produto é vendido nas casas, escolas, empresas e agentes multiplicadores parceiros da entidade, contribuindo para a garantia da sustentabilidade das equipes e da usina. As pilhas e baterias são separadas e encaminhadas a uma reaproveitadora. As roupas e calçados são revertidos à população carente por meio de doações à entidades beneficentes e Defesa Civil.
Para complementar o trabalho, o Instituto Triângulo produz a revista Ambiente Urbano, que tem o objetivo de mobilizar a população para agir em prol da melhoria do meio ambiente urbano, da inclusão social e do consumo consciente.

Histórico 
O Instituto Triangulo nasceu em outubro de 2002 pela vontade em fazer algo para modificar o cenário urbano atual. A forma encontrada por um grupo de amigos para levar essa mensagem da preservação do meio ambiente urbano.
Eduardo Maki, coordenador do Instituto, explica que a idéia da ação surgiu a partir de uma insatisfação e o desejo de mudança de um grupo de amigos. Ao estudarem as propostas das Agendas 21 Locais, eles perceberam os desafios e as dificuldades em comunicar à população que existem formas interessantes de se fazer ecologia urbana. "O jeito mais fácil que encontramos de levar essa informação é bater de porta em porta. Com a proposta de não fazer uma visita só porque não há conscientização, mas sim com visitas mensais", comenta Eduardo, lembrando que os agentes distribuem também aos moradores a revista Ambiente Urbano sobre meio ambiente.
Pela vontade de quatro amigos de fazer algo para melhorar o meio ambiente urbano, encontraram a questão do óleo de cozinha sendo um agravante do impacto ambiental, mas sem uma solução pratica.
Assim estes jovens empreendedores ambientais fundaram o Instituto Triângulo, em outubro de 2002, inicialmente fazendo uma mobilização no bairro de Santa Terezinha, onde moravam, indo de porta em porta pedindo para que seus vizinhos parassem de despejar o óleo de cozinha usado nos ralos e pias, e passassem a guardar em garrafas PET de 2 litros.
Em janeiro de 2006, com o patrocínio da Petrobras, foi possível ampliar esta ação para 60 mil residências, nas cidades de Santo André, São Bernardo e São Caetano do Sul, e região do Grande ABC, dando inicio a um trabalho continuo e perene para cuidar do Meio Ambiente urbano.

Cenário
Meio ambiente ainda é um tema que causa certa confusão entre as pessoas. Embora cada vez mais as ações ambientais estejam em evidência, seja nos veículos de comunicação ou em campanhas, muitos ainda associam o tema meio ambiente às regiões mais distantes, como os santuários ecológicos, matas etc. Para as pessoas que vivem na Amazônia, de fato, este é o meio ambiente delas. Agora, para nós, que vivemos na cidade, o meio ambiente é nossa casa e tudo aquilo nos cerca: nosso bairro, as pessoas, os rios... a cidade como um todo!
Com o intuito de desmistificar esse entendimento equivocado sobre meio ambiente e levar à população dos centros urbanos um outro olhar sobre o tema, é que o trabalho do Instituto Triângulo vem se desenvolvendo.

Estima-se que na Região do Grande ABC, quase 500 toneladas de óleo são despejadas na rede de esgoto mensalmente, impermeabilizando os solos, contaminando os lençóis freáticos e danificando essas redes.
O Instituto Triângulo propõe a redução desse impacto ambiental por meio de um sistema de comunicação em rede, como um verdadeiro “Trabalho de Formiga”, onde cada um deve fazer a sua parte para cuidar desse grande “formigueiro”.
Além disso, à medida que transmite sua mensagem, o Instituto Triângulo evidencia a urgência que existe na preservação dos recursos naturais e aproxima os habitantes das cidades de um ponto chave que há muito eles já não pensam: a dependência recíproca entre o homem e o meio ambiente.

DÚVIDAS? QUER SABER MAIS SOBRE?

Video Do  Instituto Triângulo Acesse:

Corrida



Em tempos de crise ambiental, o mercado é bombardeado por produtos e serviços "verdes", ou seja, que propagam o conceito sustentabilidade. No entanto, por mais que exista boa vontade, o público consumista ainda tem dúvidas acerca do significado do termo e de sua real aplicabilidade no dia a dia.

O ideal seria que, a princípio, as empresas se preocupassem mais com iniciativas que promovem o consumo consciente para o bem estar do planeta. Depois, que as pessoas buscassem insistentemente essas alternativas sustentáveis. Isto deveria se tornar tão natural quanto respirar pois, é o mesmo o nosso futuro que está em jogo.

Em muitos lares, podemos dizer que em 90% deles, ainda não existe a coleta seletiva do lixo. Restos de alimento são misturados à papel ou alumínio, numa clara demonstração de alienação aos problemas sociais. Uma atitude simples e prática que simplesmente é ignorada. Outro fator chocante que vejo acontecer constantemente, é a lavagem de calçadas e ruas com água jorrando diretamente da mangueira... Em que mundo vivem estes que desperdiçam um bem que a cada dia vem se tornando cada vez mais escasso? Complicado compreender!

Mas, continuemos batendo na tecla, até que as consciências comecem realmente a pesar. A minha parte estou tentando fazer. E você?

Mariana

ECO

Você conhece?

O Eco é um site de jornalismo ligado no meio ambiente. Trata de qualquer assunto. Mas seu ponto de vista é a conservação da natureza. Desta perspectiva editorial, está aberto às opiniões divergentes, acolhe controvérsias e estimula debates. Mas se interessa particularmente pelas pessoas que falem pelos bichos, as plantas e outras criaturas que não têm voz na política e nos meios de comunicação. Acha que as leis ambientais existem para serem cumpridas por todos os brasileiros, porque todos os brasileiros têm direito à saúde ambiental. 

Publica crônicas, ensaios e artigos acadêmicos. Mas está empenhado na produção de notícias que estão onde a cobertura da grande imprensa geralmente não chega. Faz denúncias, sempre que elas lhe parecerem relevantes, mas prefere publicar boas histórias. Fala de problemas, mas gosta mesmo é de soluções. E acredita que o ambientalismo ainda é, no Brasil, uma fonte pouco explorada de grandes personagens, vidas exemplares e novidades jornalísticas. Através de seus repórteres, O Eco quer encontrá-los, para mostrar aos leitores. 

O conteúdo do site é feito pela Associação O Eco, uma entidade sem fins lucrativos criada por Manoel Francisco do Nascimento Brito Filho, Marcos Sá Corrêa e Sérgio Abranches em 2004. A ONG nasceu com uma doação da Fundação Avina, que apóia mais de mil projetos de interesse social ou ambiental em nove países da América Latina, além de atuar em Portugal e na Espanha. A continuidade de O Eco é garantida por outro doador, a Fundação Hewlett. 

O nome de O Eco se inspirou nos jornais que, anos atrás, eram feitos por alunos nas escolas da rede pública brasileira. O Eco pretende ser um instrumento de treinamento para estudantes de comunicação e de aprendizado para os jornalistas que o editam.



DÚVIDAS? QUER SABER MAIS SOBRE O Eco?




Postado por Gabriel Barral